Eu acredito nas idéias do Simão Jatene (governador). Na TV Liberal quebrei paradigmas sem saber, pelo meu jeito de me comunicar, tanto que fui convidado pela Rede Globo e por questões familiares fiquei impedido.
Na TV RBA, apresentei esporte às 7 horas da manhã e que diziam ser inviável, foi bem recebido pelo público, sucesso. Sempre no esporte. Antes de ir para o SBT, onde estou até hoje, trabalhei no canal fechado.
As mudanças se davam pela minha intransigência. Quando entro numa empresa, tenho que entender que existe uma ordem, uma norma, e o combate deve ser a partir do diálogo. E agora, totalmente diferente, como diretor.
O meu vínculo com o PSDB vem desde 1990, quando fui o primeiro deputado estadual eleito pela legenda. Fui Constituinte, com nota 10, na apresentação de propostas e debates.
A gestão pública é diferente e exerço um cargo de confiança, o que não quer dizer subserviência. O esporte não é bem vindo na Funtelpa. O meu amor pelo futebol já não é como antes, eu perdi, não aguento mais tanto destrato, desrespeito, com o dinheiro do torcedor.
Meu comentário no SBT é um, o meu comentário na Cultura, é outro. Contraditório? Não. Represento meus superiores hierárquicos. Esporte pra mim é fraternidade, tanto que o meu sonho, numa emissora de televisão é fazer um programa pré, não depois. Eu tenho que entender a vocação da Cultura.
O futebol, na minha opinião, está no entorno, no cara que vende o churrasquinho para as pessoas de todas as classes e profissões, por exemplo, o que chamo de comunicação humanizada. Uma cadeia produtiva.
Edson Matoso
Edson Matoso
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