13/12/2011

TAPAJÓS

A luta tapajônica é secular, humana, de vitória merecida. A do Carajás, desculpa, muita coisa precisa ser explicada para o povo de todas as regiões paraenses, inclusive por certos políticos paraenses que se juntaram aos de fora pra fazerem o que fizeram e ainda fazem com o minério, as florestas, a fauna e o povo amazônida.

Carajás precisa ser mais explicado pela Vale, pelas suas "concorrentes" mineradoras e por fatia das ditas (mal ou bem?) lideranças políticas, empresariais e sindicais.

O que o povo  do Pará, seja do Carajás ou Tapajós, ganhou com isso? Quando explicarem mais o poder econômico do Carajás para a Humanidade sou capaz de pensar em sua separação, por enquanto não preciso de politicos, politiqueiros, belas peças literárias, factóides e discursos rídiculos e raivosos no horário eleitoral, claramente voltados para o "euismo" de falsos líderes para entender que o TAPAJÓS merece 100% de atenção.

A crítica velada ao Governador Simão Jatene (no 1º mandato bradou e mostrou cientificamente a necessidade de alterar a Lei Kandir e, curiosamente, vivia ameaçado de cassação sem causa justa, lembram? Sem bajulação, o que nunca foi meu forte), foi um truque perverso,  descabido e oportunista que naufragou fazendo com que a preferência das pessoas fosse definitivamente para o NÃO à divisão (pesquisa DataFolha aponta 65% contra Carajás e 64% contra Tapajós), lamento pelo Tapajós, cujos "líderes" embarcaram na nau furada dos outros, mas meu voto é TAPAJÓS e PARÁ.

Edson Matoso






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